Exames


  • Acanthamoeba, pesquisa

    • Descrição
      Atualmente, sabe-se que amebas de vida livre podem causar meningoencefalite, encefalite granulomatosa e, desde 1973, a Acanthamoeba spp. tem sido relatada como causa de ceratite grave. Esta é uma ameba de vida livre cujo nome deriva da forma espinhosa ou eriçada de seus pseudópodes (akantha em grego significa "espinho". Pode levar a uma das complicações potencialmente desastrosas do uso inadequado de lentes de contato, necessitando tratamento precoce e agressivo. Os mais comuns destes patógenos são A. castellani e A. polyphaga. O calcofluor-white é uma coloração que poderá detectar cistos de Acanthamoeba não detectados pelo Gram e Giemsa.
    • Método
      Coloração pelo calcofluor-white, Gram e Giemsa.
    • Valor de referência
    • Condição
      Raspado ou biópsia corneana.
  • Acetilcolina, anticorpo anti-receptor

    • Descrição
      Auxilia no diagnóstico de miastenia gravis (MG); sendo o ensaio altamente específico. Detecta MG em pacientes com timoma ou doença enxerto-hospedeiro. O anticorpo anti-receptor de acetilcolina é negativo em 7% a 34% dos indivíduos com MG e, falso-negativos são observados em 21% a 50% dos casos de MG ocular. O anticorpo pode não ser detectado durante os primeiros 6 a 12 meses após o início dos sintomas. O teste tem maior probabilidade de estar positivo naqueles com forma moderada a grave do que em indivíduos com a forma leve da doença. Resultados falso-positivos biológicos são encontrados na síndrome de Eaton-Lambert, raramente em parentes de primeiro grau dos acometidos com MG, timoma sem evidência de MG, esclerose lateral amiotrófica, cirrose biliar primária, carcinoma de pulmão e em indivíduos idosos com propensão a doenças auto-imunes. Embora falso-positivos são descritos em indivíduos submetidos a transplante de medula óssea e tratamento subseqüente com penicilamina, sinais clínicos de MG podem desenvolver-se nesses pacientes.
    • Método
      Radioimunoensaio
    • Valor de referência
      - Normais: 0 a 0,2 nmoL/L - Outras doenças auto-imunes (distintas da Miastenia Graves): 0 a 0,5 nmoL/L
    • Condição
      - Jejum Desejado 4h.
  • Acetona

    • Descrição
      Níveis elevados de acetona no sangue podem ser encontrados na exposição ocupacional à acetona e ao isopropanol, na cetoacidose diabética e no jejum prolongado. Na exposição ocupacional à acetona, cerca de 70% da concentração inalada da acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, apresentando meia-vida de 6 horas. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central, além de causar broncoespasmo, bradicardia e hipotermia.
    • Método
      Cromatografia gasosa (headspace)
    • Valor de referência
      - SANGUE < 2,0 mg/dL Exposição ao isopropanol: menor que 5mg/dl (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A legislação brasileira (NR-7) não estabelece valores de referência ou IBMP para a dosagem de acetona plasmática. - URINA < 0,3 mg/dL Exposição ocupacional à acetona: < 10 mg/dL (EUA, ACGIH-BEI) Exposição ocupacional ao isopropanol: < 5 mg/dL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A legislação brasileira (NR-7) não estabelece valores de referência ou IBMP para a dosagem de acetona urinária.
    • Condição
  • Ácido 5-hidroxi-indolacético (5-HIAA, quantitativo)

    • Descrição
      O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que originam-se principalmente nos tratos respiratórios e gastrintestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, ácido dihidrofenilacético, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, ácido acético, salicilatos, formaldeído, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais com tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinóide, particularmente, em pacientes sem diarréia. Alguns pacientes com síndrome carcinóide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má-absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano (doença celíaca, sprue tropical, doença de Whipple, fibrose cística, etc) e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinóides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      - < 10 mg/24h Limiares: de 11 a 20 mg/24h
    • Condição
  • Ácido cítrico, dosagem

    • Descrição
      A determinação do ácido cítrico na urina é utilizada na investigação do metabolismo do fósforo e cálcio, das tubulopatias e dos ácidos do ciclo de Krebs. O citrato tem importância marcante na avaliação da calculose urinária recidivante. A hipocitratúria pode ocorrer de forma isolada ou associada à hipercalciúria, hiperuricosúria, hiperoxalúria e distúrbios intestinais. O citrato administrado via oral, leva a um aumento na reabsorção tubular renal de cálcio, promovendo hipocalciúria. A elevação do pH urinário, que acompanha a administração de citrato, aumenta a solubilização do ácido úrico. A suplementação de citrato reduz a taxa de formação de novos cálculos e o crescimento dos cálculos já existentes.
    • Método
      Enzimático
    • Valor de referência
      – Urina Recente Relação citrato/creatinina: Criança: maior que 0,04 Adultos: maior que 0,20 – Urina 24h Até 12 anos: > 0,90 a 2,77 mmoL/24h ou 173 a 532 mg/24h > 12 anos: > 1,30 a 6,00 mmoL/24h ou 250 a 1152 mg/24h Conversão: mmoL/24h para mg/24h dividir por 0,00521 mmoL/24h x 208 = mg/24h
    • Condição
  • Ácido cítrico, líquido seminal

    • Descrição
      O ácido cítrico é produzido pela próstata. Tem sua produção dependente da atividade hormonal e está ligado ao processo de coagulação e liquefação do esperma. Níveis baixos de ácido cítrico correlacionam-se com a liquefação parcial ou ausência de líquido espermático. Os níveis estão reduzidos em casos de prostatites.
    • Método
      Colorimétrico
    • Valor de referência
      300 a 800 mg/dL
    • Condição
      - Não é necessário abstinência sexual.
  • Ácido delta-aminolevulínico (ALA-U)

    • Descrição
      O ALA-U é um indicador biológico que reflete a interferência do chumbo na síntese do heme. O chumbo inibe as enzimas ácido delta-aminolevulínico desidratase (ALA-D), coproporfirinogêneo descarboxilase e a ferroquelastase. Assim, os substratos dessas reações (ácido delta-aminolevulínico, coproporfirinogêneo III, protoporfirina) se acumulam. O ALA, em razão do baixo peso molecular, atravessa a membrana dos eritrócitos, eleva-se no soro e finalmente é excretado na urina. Elevações do ALA-U são observadas quando os níveis de chumbo no sangue (Pb-S) alcançam 35 a 45mcg/dl. Também eleva-se nos casos de porfiria intermitente e tirosinemia hereditária, independente da ocorrência de exposição ao chumbo. Os valores do ALA-U > 3mg/g de creatinina correlacionam-se com Pb-S acima de 20 mcg/dl com sensibilidade de 92% e especificidade de 90%. O uso de barbitúricos, clordiazepóxido, cloroquina, clorpropamida, diazepam, ergotamina, estrógenos, etanol, hidantoína, sulfamídicos pode interferir na sua determinação.
    • Método
      Espectrofotometria ultravioleta/visível
    • Valor de referência
      Até 4,5 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 10,0 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
    • Condição
      - Recomenda-se iniciar a monitorização após 1 mês de exposição.
  • Ácido delta-aminolevulínico desidratase (ALA-D)

    • Descrição
      É um indicador biológico sensível ao chumbo, que inibe a atividade desta enzima. Apresenta uma correlação negativa com os níveis de chumbo sangüíneo na faixa de 10 a 60mcg/dL. Devido à grande capacidade de reserva da enzima no organismo humano, a inibição observada não representa prejuízo imediato à saúde. A sua determinação não distingue exposição moderada de acentuada. Também diminui na deficiência de ALA-D e tirosinemia hereditária. Deve-se ressaltar que valores baixos podem resultar da não conservação adequada da amostra e outros interferentes: álcool, tabaco, arsênico e cádmio.
    • Método
      Espectrofotometria ultravioleta/visível
    • Valor de referência
      30 a 60 U/L Eritrócitos
    • Condição
  • Ácido fenilglioxílico

    • Descrição
      O ácido fenilglioxílico é um indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno. O estireno (feniletileno) é um solvente utilizado na produção de polímeros plásticos, borrachas e resinas, sendo neurotóxico e hepatotóxico. Seu metabolismo é hepático, tendo como metabólitos urinários principais o ácido mandélico (85%) e o ácido fenilglioxílico (10%). O álcool inibe o metabolismo do estireno. A excreção urinária desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposição e 16 horas após o término da mesma. O ácido fenilglioxílico é um composto instável e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. A relação ácido mandélico/ácido fenilglioxílico varia com a concentração ambiental do estireno, sendo maior em concentrações mais elevadas deste.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      Não definido pela NR-7, 1994, MT/Br IBMP para Estireno 240 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
    • Condição
      - Colher durante as últimas 4 horas da jornada de trabalho. - Não deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.
  • Ácido fólico (Sôro)

    • Descrição
      O ácido fólico atua na maturação das hemácias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos ácidos nucléicos. A deficiência do ácido fólico é quase sempre conseqüência de ingestão insuficiente e está presente em cerca de um terço de todas as mulheres grávidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. O folato deteriora-se quando exposto à luz. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato.
    • Método
      Quimioluminescência
    • Valor de referência
      3 a 17 ng/mL
    • Condição
      - Jejum Desejado 4h.
  • Ácido hipúrico

    • Descrição
      O ácido hipúrico é o principal metabólito urinário do tolueno (solvente para óleos, borrachas e tintas), sendo o indicador biológico da exposição a este solvente. O ácido hipúrico é um metabólito normal do organismo humano, podendo também advir de dietas ricas em ácido benzóico: frutas (ameixa, pêssegos), grãos verdes de café, alimentos conservados com benzoatos, massa de tomate, mostarda, refrigerantes e alguns tipos de pães. Antidepressivos IMAO, femprobamato, dietilpropiona e cocaína podem aumentar a excreção urinária do ácido hipúrico. Paracetamol, etanol, tabagismo e exposição concomitante ao benzeno inibem a biotransformação hepática do tolueno, acarretando em concentrações urinárias baixas.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      - Até 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) - IBMP 2,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
    • Condição
      - Colher durante as últimas 4 horas da jornada de trabalho em frasco âmbar. - Não deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.
  • Ácido homogentísico, pesquisa na urina

    • Descrição
      O ácido homogentísico é um intermediário no metabolismo da tirosina. Na alcaptonúria, há acúmulo deste nos fluídos e tecidos corporais devido à ausência congênita da enzima ácido homogentísico oxidase. O acúmulo do ácido resulta em urina escura e alcalina desde o nascimento, sendo que a ocronose e artrite manifestam-se na vida adulta.
    • Método
      Colorimétrico (utilizado três métodos colorimétricos qualitativos: teste de redução do nitrato de prata amoniacal; teste do cloreto férrico; teste de redução do reativo de Benedict)
    • Valor de referência
      Negativo
    • Condição
      - O paciente não deve estar em uso de medicamentos como: aspirina, L-dopa e ácido ascórbico. - Altas concentrações de acetona e creatinina interferem na reação.
  • Ácido homovanílico

    • Descrição
      O ácido homovalínico (HVA) é o principal metabólito urinário da dopamina. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA e ácido vanilmandélico (VMA). Níveis elevados também são encontrados no feocromocitoma, ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Excreção do HVA pode ser intermitente. Aproximadamente 20% dos pacientes com elevação do HVA não têm neuroblastoma. Concentrações sofrem interferências de alguns alimentos, tabaco, álcool etílico e drogas. O paciente deverá permanecer 7 dias sem ingerir os seguintes medicamentos conforme orientação do seu médico assistente: descongestionantes nasais, broncodilatadores, metildopa, tetraciclina, cloropromazina, quinidina, aspirina, dissulfiran, reserpina, piridoxina e levodopa. Em casos de investigação para neuroblastoma é sugerida também a dosagem do VMA.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      03 a 06 anos: 1,4 a 4,3 mg/24h 06 a 10 anos: 2,1 a 4,7 mg/24h 10 a 16 anos: 2,4 a 8,7 mg/24h Adultos : 1,4 a 8,8 mg/24h
    • Condição
  • Ácido lático (Lactato)

    • Descrição
      O ácido lático (lactato) é um intermediário do metabolismo dos carboidratos, sendo o principal metabólito do glicogênio, em anaerobiose. Valores elevados são encontrados no pós-prandial, após exercícios físicos, choque, insuficiência renal e hepática, intoxicação por etanol, uso de medicamentos (biguanidas, salicilatos, barbitúricos), glicogenoses congênitas, alteração do metabolismo de ácidos graxos e aminoácidos. Níveis elevados de ácido lático no líquor são encontrados na meningite bacteriana, ao contrário da meningite viral, onde níveis normais são usualmente encontrados.
    • Método
      Enzimático
    • Valor de referência
      - Plasma: 5,7 a 22,0 mg/dL - Líquor: 10,8 a 18,9 mg/dL
    • Condição
  • Ácido mandélico

    • Descrição
      O ácido mandélico é um indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno e ao etil-benzeno. O estireno (feniletileno) é um solvente utilizado na produção de polímeros plásticos, borrachas e resinas, sendo neurotóxico e hepatotóxico. Tem metabolismo hepático, tendo como metabólitos urinários principais o ácido mandélico (85%) e fenilglioxílico (10%). O álcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. A excreção urinária desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposição e 16 horas após o término da mesma. O ácido mandélico correlaciona-se melhor com os níveis de exposição ambiental que o ácido fenilglioxílico. A relação ácido mandélico/ácido fenilglioxílico varia com a concentração ambiental do estireno, sendo maior em concentrações mais elevadas deste.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      Não definido pela NR-7, 1994, MT/Br IBMP para Estireno 0,8 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP para Etil-Benzeno 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
    • Condição
      - Não deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.
  • Ácido metil-hipúrico

    • Descrição
      É o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno. O ácido metil-hipúrico representa mais de 95% da fração metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Os xilenos são utilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza além de outros usos industriais. A primeira fase da excreção do ácido metilhipúrico ocorre nas primeiras 10 horas e a segunda em torno de 48 horas após exposição. Ingestão de álcool inibe a biotransformação do xileno, diminuindo a excreção de seu metabólito na urina.
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
      Não definido pela NR-7, 1994, MT/Br IBMP 1,5g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
    • Condição
      - Colher durante as últimas 4 horas da jornada de trabalho em frasco âmbar. - Não deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.
  • Ácido oxálico (Oxalato)

    • Descrição
      A excreção urinária do oxalato é um preditor de nefrolitíase. A hiperoxalúria é detectável em 30% dos pacientes com cálculos urinários compostos por oxalato. A dieta e o uso de ácido ascórbico podem alterar os resultados. Hiperoxalúria pode decorrer de má absorção intestinal, doenças inflamatórias intestinais, pósoperatórios de bypass intestinal, intoxicação por etilenoglicol e ingestão insuficiente de cálcio.
    • Método
      Enzimático
    • Valor de referência
      - Urina 24h Criança: 13 a 38 mg/24h Mulher : 4 a 31 mg/24h Homem : 7 a 44 mg/24h - Urina Recente Idade 1 a 6 meses : 56 a 175 mg/g creatinina 1 a 12 meses: 48 a 139 mg/g creatinina 1 a 2 anos : 40 a 103 mg/g creatinina 2 a 3 anos : 32 a 80 mg/g creatinina 3 a 5 anos : 24 a 64 mg/g creatinina 5 a 7 anos : 24 a 56 mg/g creatinina > 7 anos : 16 a 48 mg/g creatinina
    • Condição
  • Ácido tricloroacético

    • Descrição
      A dosagem urinária do ácido tricloroacético (TCA) é o indicador biológico da exposição ao tetracloroetileno (percloretileno). O tetracloroetileno é usado no desengraxamento de peças metálicas, em lavagens a seco e na indústria têxtil. Apenas 3% do tetracloroetileno absorvido é metabolizado a TCA. Pequena parte do TCA é reduzido a tricloroetanol (TCE). Fenobarbital ou outros indutores enzimáticos podem aumentar a metabolização do tetracloroetileno a TCA. A dosagem urinária do TCA tem boa correlação com a exposição, mas não com o efeito biológico. Deve-se ressaltar que outros compostos clorados (tricloroetileno, tricloroetano e hidrato de cloral) também produzem o TCA.
    • Método
      Espectrofotometria ultravioleta/visível
    • Valor de referência
      Não definido pela NR-7, 1994, MT/Br IBMP: Exposição ao tetracloroetileno Ácido tricloroacético: 3,5 mg/L (NR-7 1994, MT/BR).
    • Condição
      - Enviar em frasco protegido da luz (Frasco âmbar).
  • Ácido úrico, dosagem

    • Descrição
      - SANGUE O ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, préeclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do clearance renal. - URINA Cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Anti-inflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. - LÍQUIDO SINOVIAL Pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias.
    • Método
      Colorimétrico Enzimático
    • Valor de referência
      - SANGUE Mulheres: 2,4 a 6,0 mg/dL Homens : 3,4 a 7,0 mg/dL - URINA 12h 75 a 425 mg/12h - URINA 24h 150 a 850 mg/24h - LÍQUIDO SINOVIAL Até 8 mg/dL
    • Condição
      - SANGUE Jejum Obrigatório 8h. - URINA Jato médio da 1ª urina da manhã.
  • Ácido valpróico

    • Descrição
      O ácido valpróico (Depakeneâ, Epilenilâ) é um anticonvulsivante também usado em distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. Cerca de 90% da droga liga-se à albumina, com pico plasmático em 1 a 8 horas e meia-vida de 6 a 16 horas. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. Alguns pacientes necessitam de níveis séricos superiores aos valores de referência para controle das convulsões. A principal causa de níveis baixos é o não uso da medicação. Seu metabolismo é hepático (95%), sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. O metabolismo também é dependente da idade, apresentando grandes variações individuais. O ácido valpróico aumenta os níveis de lamotrigina e fenobarbital. Valores acima de 200 mg/ml são considerados tóxicos. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. O Depakoteâ é uma preparação de liberação entérica composta de divalproato de sódio (ácido valpróico e valproato de sódio), que se dissocia completamente à ácido valpróico, sendo absorvido como tal. O uso desta apresentação acarreta em atraso no início da absorção, em relação à apresentação convencional.
    • Método
      FPIA - Fluorescência polarizada
    • Valor de referência
      50 a 100 mg/mL
    • Condição
      - Jejum Obrigatório 8h (Alimentar). - Coletar de preferência antes da próxima dose do medicamento ou Conforme Orientação Médica (C.O.M.)
  • Ácido vanilmandélico

    • Descrição
      O ácido vanilmandélico (VMA) é o principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra-se elevado em situações onde ocorrem elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma, ganglioneuroblastoma, neuroblastoma e ganglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior à dosagem de metanefrinas. Vários medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinação. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. O paciente deverá permanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem, conforme orientação de seu médico assistente. Podem promover aumento: alfa-bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin); antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina); anti-histamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina); anti-psicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina); beta-bloqueadores(atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol, timolol); antagonistas dos canais de cálcio (felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil); drogas catecolamina-like (epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa); diuréticos (hidroclorotiazida, furosemida); inibidores da monoaminoxidase (fenelzine); estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina); simpaticomiméticos (salbutamol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina); vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos); outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH). Podem promover diminuição: antihipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina); anti-psicóticos (haloperidol); agonista dopaminérgico bromocriptina); outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).
    • Método
      Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
    • Valor de referência
    • Condição
      Refrigerar.
  • ACTH

    • Descrição
      O ACTH é dosado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofisária), Doença de Addison, em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectópica do ACTH. Está diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundária. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limítrofe. Raramente, em casos de síndrome ectópica do ACTH, o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio.
    • Método
      Quimioluminescência
    • Valor de referência
      Inferior a 46 picog/mL
    • Condição
      - Jejum Desejado 4h.
  • Adenosina deaminase (ADA)

    • Descrição
      ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina à inosina, participando do processo de diferenciação e proliferação de linfócitos. Níveis elevados de ADA são indicadores indiretos de tuberculose meníngea, pericárdica e peritoneal. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose; no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%; no líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. A dosagem da ADA no soro não tem valor diagnóstico. Resultados falso-negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas,criptocóccicas e neoplasias. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose.
    • Método
      Enzimático
    • Valor de referência
      - Soro : Até 40,0 U/L - Líquor : Até 20,0 U/L - Líquido pericárdico: Até 20,0 U/L - Líquido ascítico : Até 20,0 U/L - Líquido pleural : Até 40,0 U/L
    • Condição
  • Agregação plaquetária

    • Descrição
      O teste está indicado na investigação de anormalidades qualitativas das plaquetas, principalmente nas desordens congênitas. Também usado na investigação laboratorial de pacientes com manifestações clínicas hemorrágicas ou trombóticas e no acompanhamento de indivíduos em uso de anti-agregantes plaquetários. Nos testes de agregação plaquetária verificamos resposta à adição dos agentes agregantes: adenosina difosfato (ADP); adrenalina; colágeno e ristocetina. Na doença de von Willebrand e na doença de Bernard Soulier a agregação frente à ristocetina é caracteristicamente anormal. Na Trombastenia de Glazmann a agregação está diminuída com todos os agregantes, exceto com a ristocetina.
    • Método
      Born (agregômetro de plaquetas)
    • Valor de referência
      Adrenalina : 40 a 80% ADP : 60 a 80% Ristocetina: 70 a 90% Colágeno : 60 a 80% Agregação espontânea: Ausente
    • Condição
      Jejum Obrigatório 8h.
  • Aldolase

    • Descrição
      Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular. Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.
    • Método
      Enzimático
    • Valor de referência
      Recém-nascido: até 19,6 U/L 10 a 24 meses: 3,4 a 11,8 U/L > 2 a 16 anos: 1,2 a 8,8 U/L Adultos : Até 7,6 U/L
    • Condição
  • Aldosterona

    • Descrição
      A aldosterona é secretada pela glândula adrenal. A sua produção é regulada pelo sistema reninaangiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona(sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico.
    • Método
      Radioimunoensaio
    • Valor de referência
      - SANGUE Em pé : 4,0 a 31,0 ng/dL Deitado: 1,0 a 16,0 ng/dL - URINA Dieta normossódica: 6,0 a 25,0 mg/24h Dieta hipossódica : 17,0 a 44,0 mg/24h Dieta hiperssódica: < 6,0 mg/24h
    • Condição
      - SANGUE - Jejum Desejado 4h. - URINA - Urina 24h. - Dieta Conforme Orientação Médica - Refrigerar.
  • Alfa-1-anti-tripsina, mutação

    • Descrição
      A deficiência de Alfa-1-antripsina é uma das doenças herdadas mais comuns na população branca e tem como manifestação principal o enfisema pulmonar de início precoce. Em cerca de 10% das crianças afetadas e 15% dos adultos, pode ocorrer cirrose hepática. É causada pela mutação em um gene PI (inibidor de protease), que codifica a proteína alfa-1-antitripsina e é localizado no braço longo do cromossomo 14. Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à deficiência da Alfa-1-antitripsina, um dos principais fatores determinantes do enfisema pulmonar.
    • Método
      Reação em Cadeia da Polimerase - PCR
    • Valor de referência
    • Condição
      1 tubo de sangue total (EDTA).
  • Alfa-1-antitripsina

    • Descrição
      A alfa-1-antitripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. É o principal componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma rápida, mas inespecífica em processos inflamatórios. Encontra-se elevada em infecções, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógenos ou corticóides, neoplasias e pós-operatórios. Deficiência genética de AAT pode estar associada com enfisema pulmonar, doença hepática crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular.
    • Método
      Nefelometria
    • Valor de referência
      0 a 1 mês : 79 a 222 mg/dL 1 a 6 meses : 71 a 190 mg/dL 6 meses a 2 anos: 60 a 160 mg/dL 2 a 19 anos : 70 a 178 mg/dL Adultos : 88 a 174 mg/dL
    • Condição
      Jejum Obrigatório 8h.
  • Alfa-1-antitripsina fecal

    • Descrição
      A Alfa-1-antitripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas, sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional, doença de Whipple, carcinoma gástrico, gastroenteropatia alérgica, linfagectasia intestinal, intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita.
    • Método
      ELISA
    • Valor de referência
      5,4 a 26,8 mg/dL
    • Condição
      - Fezes de 24 horas ou Conforme Orientação Médica. - Refrigerar durante a coleta. - Não fazer uso de laxantes, supositórios ou substâncias digestivas.
  • Alfa-1-glicoproteína ácida

    • Descrição
      A alfa-1-glicoproteína ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos, sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. É uma proteína de fase aguda, não específica, surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticóides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.
    • Método
      Nefelometria
    • Valor de referência
      51,0 a 117,0 mg/dL
    • Condição
      Jejum Obrigatório 8h.
  • Alfa-fetoproteína

    • Descrição
      A alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região alfa-1 na eletroforese. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas). Está aumentada no carcinoma, hepatocelular,carcinoma embrionário, teratocarcinoma, coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica. Alfa-fetoproteína elevada no soro materno,colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural(ex: spina bífida) em um grande número de acometidos, mas não em todos os casos. Com algumas anormalidades cromossômicas (Síndrome de Down[trissomia 21] e Síndrome de Edwards[trissomia 18]) é, relativamente, baixo no soro materno. Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção, do valor encontrado, pela idade gestacional. Assim, a confirmação da idade gestacional pelo ultrasom é desejável. A alfa-fetoproteína não é tão sensível para a detecção de espinha bífida no terceiro trimestre. A alfa-fetoproteína no líquido amniótico é realizado após o rastreio materno positivo, mas pode ser realizada quando a história materna ou familiar é positiva para defeito no tubo neural. A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais precisamente com a dosagem da alfa-fetoproteína no líquido amniótico do que no soro.
    • Método
      Imunofluorimetria
    • Valor de referência
    • Condição
  • Alumínio, sangue

    • Descrição
      A principal utilização da dosagem do alumínio encontra-se nos pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise. Nestes, a falha da depuração renal, associada a medicamentos e líquido dialítico contendo o metal podem acarretar encefalopatia, doença óssea resistente à vitamina D e anemia microcítica. Na análise de um resultado de alumínio deve-se inicialmente afastar a possibilidade de contaminação da amostra deste sua coleta até seu processamento, o que exige grande precaução. Ressalta-se que o alumínio está amplamente distribuído no ambiente, em utensílios e medicamentos. Assim, em um indivíduo saudável, valores de alumínio acima dos valores de referência devem ser confirmados em ovas amostras, afim de se afastar elevações espúrias. O teste de mobilização com desferroxamina (DFO) é útil na avaliação dos níveis corporais de Alumínio. A DFO extrai Al dos tecidos, aumentando seu nível sérico. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária estabelece na Portaria no 82, de 3 de janeiro de 2000, o controle da concentração sérica do Al em pacientes submetidos à tratamento hemodialítico. A dosagem do alumínio na urina pode ser utilizada para monitorização de exposição ocupacional.
    • Método
      Espectrofotometria de absorção atômica (forno de grafite com corretor Zeeman)
    • Valor de referência
      - SANGUE < 10,0 mg/L Nota: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Portaria número 82, de 3 de janeiro de 2000) estabelece parâmetros para avaliação dos níveis de alumínio em pacientes portadores de insuficiência renal crônica: Valores < 30 mg/L
    • Condição
      Paciente em hemodiálise: coletar nos últimos 60 minutos da sessão de diálise.
  • Alumínio, urina

    • Descrição
      A dosagem do alumínio na urina pode ser utilizada para monitorização de exposição ocupacional.
    • Método
      Espectrofotometria de absorção atômica (forno de grafite com corretor Zeeman)
    • Valor de referência
      Não expostos até 15 mg/L Exposição ocupacional até 200 mg/L(DFG/BAT)
    • Condição
  • Amebíase, sorologia

    • Descrição
      A Infecção pela Entamoeba histolytica pode ser assintomática, causar doença invasiva intestinal ou doença extra-intestinal. A sorologia possui maior sensibilidade para as formas extra-intestinais (90%), sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e baixa sensibilidade para formas assintomáticas. O teste é útil na distinção entre abscessos hepáticos amebianos e piogênicos, entretanto, a alta incidência de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso-positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Títulos de anticorpos podem ser detectáveis por mais de 6 meses após tratamento eficaz.
    • Método
      Imunoensaio enzimático
    • Valor de referência
      Negativo
    • Condição
      Jejum Obrigatório 8h.
  • Amilase, clearance

    • Descrição
      É utilizado no diagnóstico da macroamilasemia,não sendo, entretanto, marcador específico. Na macroamilasemia encontramos clearance de amilase baixo.
    • Método
      Cinético PNP
    • Valor de referência
      1,2 a 3,8 %
    • Condição